banco central europeu

Banco Central Europeu

banco central europeuO BCE (Banco Central Europeu) é o banco central criado para o controle monetário da moeda única europeia. Este banco tem como sede a cidade alemã de Frankfurt, tenho sido oficialmente criado no dia 1 de Junho de 1998. Os países fundadores foram Portugal, França, Alemanha, Bélgica, Luxemburgo, Espanha, Itália, Irlanda, Áustria, Finlândia e Holanda.
Este banco central levou a natural diminuição do poder dos bancos centrais nacionais que antes detinham o poder da política monetária que agora é portanto controlada pelo Banco Central Europeu.
Para além do controle das taxas de referência do mercado interbancário, o BCE é responsável pela emissão da moeda, tendo também por isso responsável pela regulação das reservas monetárias dos países membros.
Em termos organizacionais, o BCE apresenta algumas particularidades. O controlo e governo do banco em termos executivos são naturalmente compostos pela comissão executiva. Esta é composta por cinco elementos: presidente, vice-presidente, e quatro vogais responsáveis por diferentes pastas. O mandado desta comissão governativa do banco central europeu tem a duração de 8 anos, tendo actualmente como presidente o italiano Mário Draghi. O vice presidente é o português Vítor Constâncio, antigo governador do Banco de Portugal. Para além da comissão executiva do banco, o BCE tem também o Conselho de Governadores, constituído pelos governadores dos bancos centrais dos países da zona euro, que forma um órgão para as decisões de maior importância a nível europeu.
A comissão executiva do banco deve garantir o cumprimento das decisões tomadas pelo Conselho, fazendo a ponte entre a instituição europeia e os bancos europeus.
O BCE tem carácter de instituto europeu desde a assinatura e ratificação definitiva por todos os países membros do Tratado de Lisboa.
A moeda única europeia e subsequentemente a criação do Banco Central Europeu foi resultado de um movimento e de uma vontade de muitas décadas. Por vezes com carácter mais formal, com a assinatura de alguns tratados que de certa forma foram o caminho para o euro, ou por outro lado por vezes com movimentos mais informais. Sendo por isso a sua criação o resultado de muito e muitos anos de trabalho.
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