O dinheiro não trás felicidade… ou trará?

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dinheiro

Como alguém que trabalha na área de recursos humanos, já tive o privilégio de ter contactado um sem número de pessoas que trabalham em imensas áreas e diferentes actividades: operários, empregados, profissionais de várias áreas, burocratas, autoridades e entidades oficiais, pequenos e grandes empresários, e com poucas honrosas exceções, a maior parte das pessoas está insatisfeita com o trabalho que tem.

Como foi possível chegar a este ponto? Onde é que está a nossa liberdade para fazer e trabalharmos naquilo que gostamos? E o pior é que os jovens que se vão integrando no mundo laboral dos adultos, estão a caminhar paulatinamente para o mesmo destino.

Não sei qual a razão, mas quando tenho oportunidade de perguntar a alguém se gosta do que faz, apesar de saber que a resposta é quase sempre negativa, questiono-os então qual a razão pela qual não se dedicam ao que gostariam realmente de fazer, mas a resposta é invariavelmente sempre a mesma: pelo dinheiro. Será o dinheiro (ou a falta dele) que determina o futuro? Penso que não terá a ver somente com a questão do dinheiro, tem a ver também com o plano de vida de cada um.

Infelizmente para muitos (eu incluído), tiveram uma educação onde pouco ou nada era questionado. Seguimos um padrão pré-estabelecido e apenas agora graças ao surgimento de novas abordagens em relação à economia, às finanças pessoais e à sua difusão, é que foi possível pararmos para pensar um pouco e começarmos verdadeiramente a colocar em questão os nossos próprios paradigmas.

Muitos têm os filhos a frequentar o ensino superior, e por vezes fico a pensar sobre as expetativas que esses pais estão a criar nas novas gerações sobre o futuro de quem tiver um curso universitário. Basta olhar para as estatísticas sobre o desemprego nos jovens com elevadas habilitações e verificar que têm cada vez a vida mais dificultada, salvo algumas exceções e certas áreas profissionais. É verdade que também têm vindo a surgir novas alternativas educativas, mas a forma de pensar continua a ser a mesma.

Imagem @Frits Ahlefeldt-Laurvig

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