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6 conselhos que talvez desconheça, mas que podem ajudá-lo a economizar

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Seja no preço dos combustíveis ou na fatura da eletricidade, os portugueses estão a sentir na pele o forte impacto da inflação galopante nos preços. 

Porque o dinheiro não estica e os aumentos salariais não devem acontecer tão brevemente quanto todos esperaríamos, resta aos portugueses a solução de sempre: poupar.

6 conselhos que vão ajudá-lo a economizar

Contudo, há poupar e poupar, por isso vamos deixá-lo com 6 conselhos que talvez desconheça, mas que podem ajudá-lo a economizar. Venha daí!

Conselho nº 1: Recorra ao crédito consolidado

Quando as prestações de crédito se acumulam, a poupança é que paga. Quando o pagamento dos seus créditos começa a ameaçar a sua liquidez antes do final do mês, é sinal que tem de começar a dar atenção à sua taxa de esforço. 

Esta taxa, calculada pela divisão dos seus encargos financeiros com créditos pelo seu rendimento líquido ou do seu agregado familiar a multiplicar por 100, dar-lhe-á o diagnóstico exato das suas finanças pessoais e da sua capacidade em pagar os encargos assumidos. 

Caso a taxa de esforço ultrapasse os 50%, valor de referência estipulado pelo Banco de Portugal, isto significa que chegou à altura de proceder a uma consolidação de créditos.

Na prática, um crédito consolidado permite juntar vários créditos em apenas um, com uma taxa de juro mais baixa que a média de todos os créditos que possuía, ficando apenas com uma única prestação, perante uma única instituição de crédito.

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Veja-se o caso da proposta de crédito consolidado do UNIBANCO, marca da UNICRE – instituição financeira de crédito. Na página desta marca, os consumidores encontram um simulador de crédito consolidado que permite calcular o valor de mensalidade para valores de empréstimo que vão dos 5 mil aos 75 mil euros e prazos de reembolso entre 24 e 84 meses.

Depois de aprovado o crédito consolidado, a instituição irá liquidar todos os créditos anteriores, ficando apenas com o valor decorrente do novo crédito para amortizar, o que lhe permite poupar várias centenas de euros por mês.

Conselho nº 2: Faça um orçamento mensal

O primeiro passo a tomar para que não gaste mais do que as suas finanças pessoais lhe permitem e poupar de permeio é planear. Como? Fazendo um orçamento mensal.

Tome nota de todos os seus gastos detalhadamente para que, numa fase inicial, consiga identificar as áreas onde poderá economizar. 

De seguida analise os valores que entrega a cada área e passe à elaboração de um orçamento mensal com base nos respetivos fluxos de capital, tendo em mente os bens e serviços nos quais terá de aumentar os gastos, e aqueles onde deverá diminuir de modo a adequá-lo ao atual contexto de inflação.

Conselho nº 3: Compre de forma racional

O mercado está organizado de forma a incentivar as compras por impulso, por isso, sempre que tenha que fazer compras, pare e pense duas vezes antes de abrir os cordões à bolsa em produtos ou serviços de que não necessita verdadeiramente.

Antes de comprar, pesquise e compare preços através dos múltiplos comparadores online que existem. Para além disso, procure informar-se sobre os preços e as promoções em vigor, e procure perceber que produtos habituais podem ser trocados por opções mais em conta. 

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Sempre que lhe seja possível, procure comprar produtos não perecíveis em maiores quantidades para armazenar, mas não se esqueça de investir apenas naquilo que realmente irá precisar, evitando gastos supérfluos.

Conselho nº 4: Faça um pé-de-meia

Os imprevistos acontecem e a melhor forma de nos prepararmos para eles em tempos de inflação e baixa taxa de poupança é começar a construir um fundo de emergência. 

Por norma, e de forma ideal, esta poupança corresponde a seis ou mais meses de salário, que poderá usar para se prevenir e fazer face a situações inesperadas.

Conselho nº 5: Investir com precaução

Apesar de a inflação não deixar uma grande margem para investimentos, a verdade é que este contexto pode ser um bom impulsionador para que comece a depositar as suas poupanças em aplicações rentáveis e que façam crescer o seu dinheiro.

Se for esse o caso, tente diversificar ao máximo os seus investimentos e, dependendo dos fundos disponíveis, apostar em diferentes carteiras de ações sempre, contudo, com conhecimento de causa prévio ou aconselhamento para fazer as melhores escolhas e não ficar a perder.

Conselho nº6: Apostar em obrigações indexadas à inflação

Apostar em obrigações indexadas à inflação pode ser uma boa aposta num momento como o atual. 

Ainda que possam ser um bom investimento, trata-se sempre de uma aposta com algum risco pois a rentabilidade não depende apenas da inflação atual, mas, e sobretudo, do seu valor à altura do vencimento. 

Trata-se, porém, de mais uma opção na diversificação de ativos.

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