Pequeno guia para uma vida melhor, de volta ao essencial

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vida melhorSão poucas as pessoas que conseguem atingir a felicidade e a plenitude que todos procuramos na vida. Mas contrariamente ao que se poderia pensar, isso não se deve à falta de dinheiro. Deve-se à falta de definição dos nossos sonhos (objectivos e metas de vida), pelo que consequentemente também não há nada para conquistarmos. Quer saber como viver melhor? Então leia este artigo até ao fim!

Muitas pessoas seguem a abordagem tradicional de poupar para deixar aos filhos. Outros procuram ter muitas coisas inúteis em casa, gastando mais do que têm e ficam com dívidas.

O pior de tudo é que muito poucos se dão conta dos seus erros. Por essa razão é importante que, pelo menos uma vez na vida, cada um de nós se sente a reflectir sobre o que realmente quer na vida. Isso pode ajudar-nos a resolver muitos dos nossos problemas.

 

Pequeno guia para uma vida melhor: De volta ao essencial

Para muitos o principal é a família. Por isso, e para dar tudo à família, costumam trabalhar muitas horas, preocupam-se demasiado com o emprego, deixam de ver os amigos e voltam tarde para casa. Consequentemente, acabam por se sacrificar demasiado e não aproveitam minimamente a vida.

Mas se quisermos viver melhor, então temos de acabar com este círculo vicioso. Não se trata de deixarmos o que temos, nem de sermos menos produtivos no trabalho. Pelo contrário, precisamos é de mudar de rumo, seguindo estes passos:

 

Alterar o nosso estilo de vida

Hoje em dia, há imensas pessoas a deixar os seus negócios lucrativos e empregos para tentarem ter uma vida mais simples. Todas elas se deram conta e acreditam firmemente que a chave para a felicidade financeira é gastar menos do que ganham. No entanto, sabem que cada pessoa pode determinar o seu bem-estar pessoal através de um bom controlo dos seus rendimentos, investimentos e gastos. Cada um de nós pode ter toneladas de dinheiro e mesmo assim não viver a vida que realmente quer.

Devemos pensar e analisar cuidadosamente diferentes estilos de vida, bem como as consequências financeiras de fazer essas mudanças.

Por exemplo, talvez desejemos que algum dos membros do casal deixe o trabalho e fique em casa a cuidar dos filhos. Ou talvez a família tenha o sonho de fugir da grande cidade para o campo. Desde logo, qualquer mudança que queiramos fazer deve ser feita de forma planeada, analisando todas as possíveis consequências. Nem sequer é preciso fazer grandes mudanças: pequenos passos também podem fazer a diferença.

finanças pessoais

Colocar a família em primeiro lugar

Cada vez trabalhamos mais horas e passamos menos tempo com a família. Deixamos os filhos em frente à televisão ou com jogos de vídeo e esquecemo-nos da importância de brincar e conviver regularmente com eles. É muito fácil cair neste tipo de comportamentos, mas também é fácil sair deles.

Talvez esse projecto tão importante para a empresa não possa esperar pelo dia seguinte. Isso acontece quase sempre e é difícil de evitar. No entanto, os filhos também crescem rapidamente, e esse tempo que deixamos de estar com eles não o vamos recuperar nunca mais. E vamos acabar por lamentar isso o resto da vida.

 

No trabalho, também temos de pensar em nós próprios

A noção tradicional de trabalho era, literalmente, sacrificar a nossa vida em prol da empresa. Mas isso sempre foi uma contradição. Com a crise que vivemos, e que teima em nunca mais acabar, é possível que a empresa onde hoje trabalhamos possa fechar amanhã ou de sermos despedidos. Por essa razão é importante investir em nós próprios: nunca devemos deixar de estudar e estamos preparados para o futuro.

Por exemplo, nos Estados Unidos há cada vez mais famílias a começarem o seu próprio negócio. Desta forma conseguem uma fonte adicional de rendimentos, ao mesmo tempo que ajuda a fomentar a união familiar e fazer a diferença no caso de alguém ficar desempregado.

 

Fazer render o dinheiro que levamos para casa

Quanto melhor conseguirmos aproveitar o dinheiro que ganhamos, menos vamos precisar de ganhar para manter o nosso nível de vida. Mas atenção, não estamos a falar de privações, apenas de viver sem complicações, de negociar os melhores preços, etc.

 

Transformar as nossas dívidas em investimentos

Isto é um passo essencial: quando estamos endividados, o dinheiro trabalha sempre contra nós. Pelo contrário, quando as dividas deixam de existir e começamos a investir, estamos a construir o nosso caminho rumo à liberdade financeira, a qual e com alguma paciência, um dia também chegará.

 

Este foi o nosso pequeno guia para uma vida melhor com algumas reflexões simples mas que nos convidam a pensar. Agora também o convido a dizer o que pensa sobre este tema nos comentários.

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