Os ricos não têm coração

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ricosSegundo um estudo publicado na Psychological Science, os ricos possuem muitas coisas, mas a empatia não é uma delas. Poderíamos quase dizer que os ricos não têm coração, por isso, se está à procura de sócios ou quer ajuda económica para algum projecto, não a procure em alguém rico e canalize os seus esforços a reunir auxilio de pessoas como você.

As classes económicas com menores rendimentos enfrentam inúmeras circunstâncias que as obrigam a “ler” as pessoas para tomar decisões, aproveitar oportunidades ou fazer advertências. A empatia é algo praticado muito mais entre as pessoas menos favorecidas, pois ao enfrentar problemas em comum, tendem a prestar ajuda num esforço comum de fortalecimento.

As pessoas das classes mais baixas enfrentam problemas e enganos, com origem no meio social, nas instituições, das pessoas mais poderosas, pelo que estudam mais cuidadosamente quem as pode enfrentar e estabelecem alianças com os que consideram iguais.

Os ricos, ao contrário do resto da população, não desenvolvem a empatia, tratando-se essencialmente uma consequência do ambiente social em que vivem. Essa foi a conclusão a que chegaram os investigadores da Universidade de São Francisco, na sequência de um estudo envolvendo 200 trabalhadores, alguns com formação académica e outros sem essa formação.

A estes 200 voluntários foram mostradas fotos de diversos rostos expressando várias emoções. Na grande maioria, quem acertou na identificação das emoções expressadas nos rostos foram os trabalhadores com menos formação académica.

A empatia é um factor que indica a predisposição para actuar em beneficio dos outros, pois se não se puder determinar as necessidades de quem nos rodeia, não se pode fazer nada por eles.

Numa segunda fase da experiência, estes mesmo voluntário realizaram entrevistas, no intuito de identificarem pessoas do mesmo escalão económico, e novamente, por esmagadora maioria, os que melhor identificaram os seus pares foram os mais pobres.

Fonte | Healthland

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