Empregado ou empresário. Qual é o melhor caminho?

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empresárioO mundo tem mudado muito, principalmente nas últimas décadas. Palavras como fax, videojogos, telecomandos, franchising e a internet passaram a fazer parte do léxico nacional e a vida dos portugueses (e de todo o mundo) deu uma grande volta.

A entrada no mundo de trabalho está cada vez mais dificultada, os anos que se pode trabalhar numa empresa são cada vez menos, os salários em muitos casos podem diminuir e o desemprego há muito que chegou para ficar. Esta crise está a mudar o rumo da carreira profissional de muitos que optam por passar da situação de empregados a donos do seu próprio negócio. E muitas vezes pode mesmo ser a solução. A ideia de passar as melhores horas e dias das nossas vidas na empresa X tornando rico sabe-se lá quem, em competição com colegas de trabalho e com uma gravata a apertar o pescoço é muitas vezes desmoralizante.

Claro que este não é o único caminho. Ser trabalhador independente não será para todos. Muitos simplesmente não gostarão e tem algumas desvantagens também. Por exemplo, é necessário ser muito organizado com o tempo e com o dinheiro. É preciso traçar as suas próprias metas e cumpri-las (e se não as cumprir de que é a culpa?), por vezes o trabalho pode ser solitário e sente-se a falta do cafézinho com os colegas e das conversas.

Tenho amigos a quem apenas a ideia de trabalhar em casa lhes causa calafrios, e tenho amigos a que pela natureza do seu trabalho, sofrem com a administração do seu dinheiro e desejariam um pagamento seguro no final de cada mês.

Pela minha experiência, nenhum caminho é melhor do que outro. Cada caminho é o melhor dependendo de cada um. Por vezes pensamos que seriamos mais felizes e produtivos se fossemos independentes e nos livrássemos do tão odiado chefe, mas na hora da verdade o que acontece é que não se gosta da experiência de trabalhar por conta própria e quer-se regressar a correr para o nosso antigo patrão.

Como saber então o que realmente queremos e onde podemos verdadeiramente desenvolver as nossas capacidades?

Apresento de seguida uma pequeno questionário que poderá ajudar a clarificar esta dúvida:

  • Odeia os seus chefes, ou simplesmente odeia a rotina diária?
  • Queria ter estudado algo diferente do que realmente estudou?
  • Com frequência rouba algum tempo para o seu passatempo favorito?
  • Quando recebe dinheiro, ele desaparece das suas mão sem saber como?
  • Tem constantemente medo de ser despedido ou que encerrem a sua empresa?
  • É organizado com o seu tempo, dentro e fora do trabalho?
  • Gosta de inventar novas coisas, métodos, etc.?
  • Estaria disposto a trabalhar mais do dobro (muitas vezes) para fazer algo de que realmente gosta?
  • Tem poupanças suficientes para deixar de receber durante um ano? E se a resposta é negativa, como o poderá conseguir?

Responda honestamente a esta perguntas. Pense bem e imagine-se em cada uma das situações.

Por último, sugiro fazer uma lista do seguinte:

  • Faça uma lista de todas as coisas de que gosta. Não importa se forem totalmente descabidas. Se gosta de ler ficção ou cultivar uma horta, anote-o. Se gosta de cinema ou de quaisquer outras coisas das quais pensa que “não se pode viver disto”, anote-o.
  • Faça uma lista das coisas de que gosta no trabalho actual (caso esteja empregado, freelance ou empresário, não importa a situação).
  • Faça uma lista das suas habilidades.
  • Faça uma lista das suas metas e médio e longo prazo, tanto no plano financeiro (quanto quer ganhar, quanto quer poupar, comprar casa, etc.) como no plano pessoal (ter um filho, ter outro filho, mudar de cidade, etc.).

Responda a esta perguntas e faça estas listas que lhe irão permitir traçar um mapa das suas prioridades, do que gosta mais e do que pode fazer. E saiba que terá de saber poupar e gastar sabiamente para conseguir atingir as metas traçadas.

E por fim um ultimo conselho, continue a visitar o dicasdinheiro.com para estar sempre informado!

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