Como economizar na prestação da casa

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como economizarNos tempos que correm tornou-se um autêntico desafio conseguir pagar a prestação da casa, com os niveis de desemprego sempre a subir, com a impossibilidade dos desempregados de longa duração de encontrar um posto de trabalho, o simples facto de pagar a prestação mensal torna-se complicado, e ainda mais com a subida da Euribor. Mas, se for possível, é mais do que necessário saber como poupar dinheiro com a prestação da casa.

 

1. Amortização antecipada do crédito habitação

Dentro das posibilidades de cada orçamento familiar, é mais do que conveniente tentar amortizar uma parte do empréstimo da casa. Dessa forma consegue-se uma importante poupanças com os encargos. No entanto, nem todas as famílias estão em condições de conseguirem fazer amortizações antecipadas, principalmente se estiverem endividadas. Se tiver algumas poupanças tente usar esse dinheiro para liquidar parcialmente o empréstimo da sua habitação. As vantagens são muitas, consegue poupar juros, reduz a mensalidade e poupa no seguro de vida obrigatório associado ao crédito.

No entanto, os bancos cobram normalmente penalizações nas amortizações extraordinárias, mas os valores costumam ser mais baixos do que continuar a pagar juros. Tipicamente apenas começam a cobrar a partir de uma percentagem da dívida amortizada.

 

2. Evitar prestações em atraso

É sempre conveniente manter as prestações em dia, pois caso contrário, os encargos com os juros de mora tornar-se-hão demasiado elevados para poderem ser sutentáveis num orçamento familiar.

 

3. Renegociar o spread com o banco

Antes de mais, é importante perceber o que é o spread. O spread não é mais do que a margem que o banco ganha acima dos juros do mercado interbancário, ao emprestar dinheiro através de um crédito para habitação. Com as dificuldades de liquidez em Portugal e a crise da dívida soberana, os bancos têm vindo a subir estas margens até para compensar as descidas nos níveis de rating que tornam mais caro o dinheiro para as instituições nacionais.

Esta estratégia é mais usada quando as taxas de juro estão altas, o que neste momento não é o caso. Ainda assim, perspectiva-se um aumento das taxas de juro Euribor para os próximos meses, o que poderá aumentar a sua prestação mensal. Tenha atenção: muito raramente o seu banco entrará em contacto consigo para baixar o spread, ou seja, a iniciativa tem de partir de si. Seja pró-activo na negociação.

Pode ainda argumentar, junto do seu banco, algumas razões para reduzir o seu spread do crédito habitação, tais como fazer uma nova avaliação do imóvel ou amortizar parte da dívida. A maior parte das instituições financeiras, também baixam o spread, se o devedor domiciliar o seu ordenado ou se adquirir outros produtos financeiros.

 

4. Renegociar os prazos do empréstimo

Os créditos para comprar habitação são os créditos que apresentam os prazos maiores, chegando, nalguns casos, aos 50 anos. Assim, ao negociar com o seu banco um aumento do prazo, irá aliviar a sua carteira mensalmente, mas, não se esqueça, o aumento do prazo implica que o custo total do empréstimo, nomeadamente os juros, seja maior.

Apesar de não ser a melhor das alternativas, irá baixar as suas despesas mensais no presente, tendo assim, mais tempo e mais capital para planear da melhor forma o seu futuro.

 

 

5. Consolidação de créditos

Tem as suas vantagens a curto prazo para as famílias muito endividadas. No entanto o custo final destes empréstimos é mais elevado do que o pagamento individual de cada um dos créditos. Basicamente vai pagar juros durante muito mais tempo do que o faria se contratasse os créditos separadamente. Tome atenção às penalizações, impostos, despesas de contrato, etc.

 

6. Equacione mudar de banco

Se todas as opções anteriores não resultarem, pode sempre procurar um novo banco, para ter o seu empréstimo à habitação. Neste caso, é importante fazer contas, sobretudo porque existem os custos de transferência entre instituições bancárias. Ainda assim, existem instituições bancárias que suportam todas essas despesas, por isso tente negociar.

Quando as instituições financeiras não suportam estes custos, há que ter em conta diversos encargos, tais como despesas com abertura de processos, avaliações de imóveis, despesas com registos, impostos, etc.

É importante que se dirija ao banco, e saiba como tudo funciona. Às vezes, poderá haver alguma campanha em que não paga qualquer despesa, sobretudo em situações económicas complicadas, como o país e as empresas enfrentam neste momento.

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